O que são os sonhos?

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“Fran do céu, acabei de chegar, tô fuçando tudo, e vi que você fala muito de sonhos. Como é isso?”

Então chega e se achega, que o papo vai ficar interessante.

Quando falamos de sonhos, imagine um corredor com muitas portas. É porque existem muitos tipos de sonho. A maioria deles falará sobre você. Há também os famosos sonhos premonitórios, que falam sobre o que chamamos de futuro. Temos os sonhos coletivos, que nos falam sobre os eventos que acontecem no mundo. Há sonhos que são experiências espirituais, e essa é uma outra porta.

Vamos falar um pouco desses sonhos mais frequentes, esses que falam sobre você. Esses sonhos costumam indicar onde você está preso/a na vida. Onde está o bloqueio energético na sua vida que está emperrando todo o resto.

Uma coisa que precisamos saber sobre os sonhos é que o papel principal deles é de cura. Eles são agentes de cura da nossa própria sabedoria interior. E porque não, também são agentes de cura do mundo.

Ah, sim, pode parecer meio estranho a princípio, mas sua vida é energia. Ela é cheia de padrões energéticos. Há energias voltadas para o trabalho, para o sucesso profissional, para a maternidade, para a busca de um relacionamento, e por aí vai.

E essa energia vai assumindo padrões.

Vamos imaginar que você tenha um conflito específico e recorrente com a sua mãe, por exemplo. Todo bendito almoço de família, a mesma situação se repete. Ela te cobra de algo, e você se revolta com aquilo.

Pois bem, os sonhos, como não poderia deixar de ser, prestam MUITA atenção a esses padrões.

E aí, você poderá ter sonhos repetidos de discussões com a sua mãe. Ou de você se sentindo mal, culpado/a, por conta dela. O que o sonho está fazendo? Te mostrando o padrão. Te mostrando: “olha, é aqui. Sua energia está presa aqui, está sendo desperdiçada aqui. Você não terá energia para aqueles seus projetos que você tanto quer fazer acontecer, enquanto não resolver isso aqui primeiro”.

Por isso, os sonhos estão sempre nos falando sobre o que ainda não está claro para nós. Se estivesse plenamente resolvido, não seria “assunto de sonho”.

Lembre que os sonhos são expressões da profunda sabedoria que vive em nós. E dessa forma, eles fazem um “duplo trabalho”. O primeiro é curar aquilo. Você pode não lembrar do sonho, mas acorda mais leve, mais solto. Há muitas, muitas pequeninas coisas que são resolvidas “espontaneamente” na nossa vida. O segundo trabalho do sonho, como você bem já deve ter percebido, é mostrar aquilo para você. Tem coisas que o sonho não dá conta de resolver sozinho. Você precisa entender, perceber, tomar alguma atitude, para que aquela “treta” se resolva.

Muitas e muitas vezes, os sonhos também nos apresentam soluções. Algo como “isso aqui você precisa fazer”. Mas cuidado: os sonhos têm uma linguagem própria. É uma linguagem profundamente simbólica. Então, levar os sonhos “ao pé da letra” não costuma dar muito certo. É preciso ter um pouco de conhecimento de como é essa “linguagem” dos sonhos, para conseguir entender o que eles estão tentando nos passar.

Portanto, o resumo da obra é: não se deixe enganar pela aparente falta de sentido dos sonhos. Eles fazem muito, muito sentido. Há uma inteligência profunda ali. Cabe a nós “entrarmos” nesse mundo, e aprender a linguagem deles. E aí sim, isso muda por completo a nossa vida.

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